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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Bom dia a todos que ao meu lado estão ou já estiveram algum dia !!!!!!!!!!!!!!!!!!
Hoje lendo o blog de um querido amigo, encontrei um texto tão apropriado que, por coincidência ou não, ouvi de um amigo este fim de semana.
Segue então o texto e obrigada querido Maycon por me emprestar um tempinho da sua vida.....

" ... Pessoas entram na sua vida por uma "Razão", uma "Estação" ou uma "Vida Inteira". Quando você percebe qual deles é, você vai saber o que fazer por cada pessoa.

Quando alguém está em sua vida por uma "Razão"... é, geralmente, para suprir uma necessidade que você demonstrou. Elas vêm para auxiliá-lo numa dificuldade, te fornecer orientação e apoio, ajudá-lo física, emocional ou espiritualmente. Elas poderão parecer como uma dádiva de Deus, e são! Elas estão lá pela razão que você precisa que eles estejam lá. Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte, ou em uma hora inconveniente, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para levar essa relação a um fim. Ás vezes, essas pessoas morrem. Ás vezes, eles simplesmente se vão. Ás vezes, eles agem e te forçam a tomar uma posição. O que devemos entender é que nossas necessidades foram atendidas, nossos desejos preenchidos e o trabalho delas, feito. As suas orações foram atendidas. E agora é tempo de ir.

Quando pessoas entram em nossas vidas por uma "Estação", é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender. Elas trazem para você a experiência da paz, ou fazem você rir. Elas poderão ensiná-lo algo que você nunca fez. Elas, geralmente, te dão uma quantidade enorme de prazer... Acredite! É real! Mas somente por uma "Estação".

Relacionamentos de uma "Vida Inteira" te ensinam lições para a vida inteira: coisas que você deve construir para ter uma formação emocional sólida. Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa, e colocar o que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida. É dito que o amor é cego, mas a amizade é clarividente. Obrigado por ser parte da minha vida...."


Mil beijos à quem tem muito valor para mim!!!!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Os Ciclos da vida.

Bom dia meu cantinho,

Como gosto de estar aqui e guardar meus pensamentos!!!!

Hoje analiso como um evento pode mudar a nossa maneira de ser. Como um fim de semana pode representar o fim de um ciclo e o começo de outro. Este fim de semana foi muito mais do que eu estava esperando e poderia imaginar. Na minha infinita ignorância achava que seria apenas mais um passo a dar num simples percurso. Ledo engano! Sem perceber a vida me colocou a prova de muitos obstáculos ( internos ) e fui enxergando cada dificuldade, cada fraqueza que tenho. Como podemos nos sabotar quando o subconsciênte não quer se desprender de algo que já esta enraizado, como o medo pode projetar doenças no corpo físico . Como não conseguimos manter o controle, ou melhor, o auto-controle em situações tão particulares que acabam desestabilizando o emocional e quase arriscando que tudo vá por água abaixo.

Neste fim de semana algumas virtudes foram colocadas a prova: Como me comportar em situaçoes de pressão, como controlar o nervosismo, como manter a mente serena a ponto de não errar o português ao falar, como administrar o fato de ter alguém que você admira muito e que está observando as suas falhas.

Para alguns, este fim de semana foi apenas mais uma etapa da vida, para mim, significou que aos 34 anos tudo o que eu sabia mudou. Que sem perceber, ao desabafar e dividir segredos tão bem guardados do passado, deixei para trás marcas de cicatrizes que me aprisionavam e que agora não me pertencem mais. Incrivelmente, me sinto tão diferente, com uma força interna que me diz que independente de qual seja o problema, a dificuldade, as respostas, os resultados, as mudanças ou as despedidas de pessoas que gosto, tudo vai ficar bem, porque EU ESTOU BEM COMIGO MESMA. Surpreendentemente encontrei uma calma que a partir de agora quero desenvolver.

Enfim, o resultado: Sim, passei, fui aprovada no exame da federação de Yôga, embora eu achasse que não seria, e continuo achando que muito deve ser desenvolvido, a partir de agora nasce um novo caminho, mas desta vez totalmente diferente.

E para encerrar e esquecer que tudo até agora foi conquistado na maioria das vezes com dificuldades, lembro de um frase do filósofo chinês e muito sábio Confúcio, que viveu no século VI a.c. : " A DIFICULDADE NA MISSÃO É A MEDIDA DE UM CAVALHEIRO".


Mil beijos, e que aqueles que continuarem ao meu lado percebam

as mudanças em mim e o amor que renasce.








sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Corpo em equilíbrio


Hoje, quero comentar sobre o equilibrio. Não apenas equilibrio corporal, mas também equilibrio emocional.

No Yôga, aprendemos a desenvolver nosso senso de equilibrio através de várias técnicas corporais, trazendo nossa atenção para as instabilidades do corpo, desenvolvendo a concentração. Alguns ásanas como Padásana, prathanásana ( com um pé a frente do outro ) e melhor ainda se for com os olhos fechados. É incrível como não conseguimos manter o corpo estático, por muito tempo, a musculatura começa a cansar, a mente começa a divagar, e em pouquisimo tempo você começa a pender de um lado para o outro.

Existe um outro ásana, gárudásana que ajuda a tornar-se consciente de como usar seu corpo. Você provavelmente notará a dificuldade em se equilibrar e entrelaçãr os braços e as pernas. Isso me faz lembrar de como é difícil também se equilibrar com as atividades do dia a dia, com as exigências no trabalho, ou até na sua vida afetiva, quando algumas situações nos desequilibram os sentidos.

Por isso, gosto muito das técnicas de equilibrio, buscando integração do corpo e da mente. Nas primeiras tentativas, você pode achar difícil se equilibrar e até cair. Mas e daí?

Quando você aceita o movimento natural do equilíbrio, consegue parar de se segurar e ir com o vento.

Perder o equilíbrio não importa, de verdade. Como lidamos com este momento e como voltamos ao equilíbrio, todo dia, sempre e sempre – isso é a prática de Yoga. É algo como nunca desistir, fluir com o momento e confiar que você vai dar um jeito.



Mil beijos,


terça-feira, 13 de setembro de 2011

Pensamento do dia....

Flexibilidade é juventude; rigidez é velhice. Quanto mais flexível mais jovem, quanto mais rígido mais velho.

A morte é a rigidez absoluta.

Vida é absoluto desprendimento e flexibilidade.

Não apenas flexibilidade corporal, mas sim flexibilidade emocional, comportamental e com suas atitudes.

Pense nisso, eu do meu lado estou refletindo muito sobre isso.


quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Filosofia, religião, política: existe mesmo independência?

Bom dia Meu cantinho...

Que coincidência, hoje 7 de setembro comemoramos 189 anos da independência do Brasil.

Comemorar independência do quê, se vivemos em pequenas prisões, onde o poder político atua sobre os mais fracos para obter maiores lucros pessoais, onde empresas exigem cada vez mais dos seus empregados, onde religiões disputam seus discípulos com falsas doutrinações, onde até mesmo filosofias milenares que serviriam para a evolução do Ser são deturpadas em prol da dominação e bajules sutis para amansar um ego ferido .

Bem, mas a coincidência a que me refiro é porque hoje achei o filme que há algum tempo estava buscando para assistir e que também trata de doutrinação e como, mesmo passados séculos, o ser humano ainda continua usando religião e política distorcidas.

ALEXANDRIA ( ÀGORA).

O filme relata a história de Hypátia, filósofa e professora em Alexandria, no Egito entre os anos 355 e 415 da nossa era. Hypátia ensina filosofia, matemática e astronomia na Escola de Alexandria, junto à Biblioteca. Resultante de uma cultura iniciada com Alexandre Magno, passando depois pela dominação romana, Alexandria é agitada por ideais religiosos diversos: o cristianismo, que passou de religião intolerada para religião intolerante, convive com o judaísmo e a cultura greco-romana.

Hypátia tem entre seus alunos Orestes, que a ama, sem ser correspondido, e Sinésius, adepto do cristianismo. Seu escravo Davus também a ama, secretamente. Ela não deseja casar-se, mas se dedica unicamente ao estudo, à filosofia, matemática, astronomia, e sua principal preocupação, no relato do filme, é com o movimento da terra em torno do sol.

Mediante os vários enfrentamentos entre cristãos, judeus e a cultura greco-romana, os cristãos se apoderam, aos poucos, da situação, e enquanto Orestes se torna prefeito e se mantém fiel ao seu amor, o ex-escravo Davus (que recebeu a alforria de Hypátia) se debate entre a fé cristã e a paixão. O líder cristão Cyril domina a cidade e encontra na ligação entre Orestes e Hypátia o ponto de fragilidade do poder romano, iniciando uma campanha de enfraquecimento da influência de Hypátia sobre o prefeito, usando as escrituras sagradas para acusá-la de ateísmo e bruxaria.

É impressionante como o filme capta a mais vil intolerância e opressão e mostra com clareza como se manipulam textos, vontades e pessoas. E como, neste caudal imenso, ninguém, senão quem tem mais poder, tem alguma razão. Nos faz pensar sobre nós mesmos e nossas escolhas. Não é a religião que é má, nem a ciência que é boa... Cada uma tem o seu lugar. O que realmente prejudica tudo são aqueles que manipulam a religião, a política até mesmo a filosofia para obter vantagens.

Não posso deixar de comentar também como o amor nos aprisiona, mas ao mesmo tempo nos tá sentido a vida. No filme fica muito claro a prisão dos sentimentos e a revolta da rejeição, alterando até mesmo o destino de uma pessoa.

Mas, não quero que minhas percepções estraguem a sua visão do filme, recomendo que o assista.

Um ótimo feriado e parabéns povo brasileiro.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Respirar melhor é viver melhor!

Nunca paramos para pensar que nossa existência foi com a primeira inspiração e deixaremos este mundo na última expiração. Este processo é tão natural, que raramente percebemos sua importância.
Estamos constantemente aprendendo tanta coisa ao longo da vida, mas não sabemos fazer direito à coisa mais vital e prazerosa que é, simplesmente, RESPIRAR. Respiramos na maioria das vezes de maneira superficial e insuficiente, utilizando apenas 10% da capacidade pulmonar, uma respiração miserável. Geralmente a pessoa respira conforme é sua vida: de forma rápida e automática e acaba ficando tensão, estressada, com falta de ar em determindos eventos como uma caminhada, envelhecendo muito mais rápido.
O YÔGA, filosofia milenar originada da Índia antiga utiliza a respiração como um de seus principais métodos. Todos os seus conjuntos de técnicas são potencializados através dos PRÁNÁYÁMAS (exercícios respiratórios).
A respiração deve ser nasal, profunda, silenciosa, prazerosa e acima de tudo consciente. Os PRÁNÁYÁMAS melhoram a capacidade respiratória, fortalecem músculos abdominais e intercostais, massageiam o diafragma, aumentam a resistência física, reduz a ansiedade e o estresse, atua equilibrando as emoções, traz vitalidade e oxigenando melhor todos os órgãos internos e torna consciente uma função vital que antes era involuntária, melhora profundamente a qualidade do sono. Enriquece o oxigênio da corrente sanguinea e auxilia na drenagem linfática. A respiração do Yôga reflete-se em vários aspectos da vida: saúde, trabalho, esportes, na hora de dormir, nos relacionamentos (pois está ligada diretamente com as emoções) e na sensação de bem-estar.
O termo em sânscrito PRÁNÁYÁMA é formado pelos vocábulos PRANA (alento, energia vital), YAMA (controle, domínio) e AYAMA (expansão, propagação). Pode então ser traduzido como o domínio e expansão da bioenergia através de respiratórios.
O desenvolvimento e o controle dessa força levam a profundos estados de consciência, indispensáveis para vivenciarmos SAMYAMA, técnica de concentração, meditação e hiperconsciênica – Dhárana, Dhyana e Samádhi, (mas este é um assunto para um outro post).

Quando respiramos promovemos o sustento vital para o corpo físico denso e a partir do instante que tomamos consciência dessa técnica e tormamos a respiração cada vez mais lenta e profunda começamos a controlar o ar que alimenta nosso corpo sutil ou PRANA. Ao executar a técnica PRÁNÁYÁMA conseguimos alteram o ritmo normal da respiração por meio da consciênica, tornando-a lenta e profunda ou acelerada e vigorosa, dependendo do efeito que se deseja. Isso é devido a estreita relação entre ritmo respiratório e níveis de consciência. Através das técnicas respiratórias do Yôga, o praticante pode silenciar a mente, aquietando os pensamentos e o corpo, podendo assim atingir os mais avançados estados de consciência e conseguindo entrar no estado de meditação.

Então, começe a observar se está respirando apenas para sobreviver, ou se a respiração é algo prazeroso para você.
Mil beijos e …inspire profundo e expire lentamente !!!!!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

TODA PALAVRA É MANTRA

Bem vindo Setembro, para este meu primeiro post do mês, vou explanar uma alegria minha.

Como é satisfatorio, ou melhor, GOSTOOOOOOSO MESMO estar com os meus alunos na sala de prática. Esta semana, na oficina de mantra, senti toda a energia que esta prática nos proporciona. O carinho vem como troca do aprendizado, que acaba sendo muito mais meu do que deles especificamente.
Nesta aula, executamos dois mantras: Kirtans com efeito extroversor, possui melodia, tem acompanhamento de palmas fortes e ritimadas ou instrumentos musicais, tem tradução, de som agradável, alegre. Os Kirtans Integra o praticante ao ambiente de prática e ao seus colegas. Deve-se permanecer com os olhos abertos durante essa vocalização. Ele geralmente é formado por algumas frases, sempre em sânscrito.
Executamos também Jápa que possui efeito introversor, possibilitanto uma maior concentração. De olhos fechados, o praticante vocaliza repetidamente uma palavra, em tom mais moderado e podendo até ser sussurrado ou mentalmente ( manásika). O mais conhecido e utilizado é o mantra ÔM. O japa ideal possui apenas uma nota musical, uma só palavra e não tem tradução, de atuação mais fisiológica que psicológica.
MANTRA é a vocalização de sons e ultrassons. Os Ultrassons, ao contrário dos sons, são vibrações que não são perceptíveis aos nossos ouvidos.
Sua definição, conforme encontramos no livro “ O poder do Mantra” ( Ricardo Melo e Caio Melo) é qualquer palavra ou som que se possa emitir. Existe um ditado no Yôga que diz: PALAVRA É MANTRA, ou seja, em qualquer idioma, quando se fala qualquer coisa, emite-se um mantra, um arquétipo vibratório e sonoro de uma intenção. Então, como costumo dizer aos meus queridos alunos e muito mais para mim mesma, cuidado com as palavras professadas aos outros pois elas terão um peso e provocarão uma alteração que talvez você não consiga mais corrigir.

É isso que estou a cada dia aprendendo e evoluindo junto a egrégora dos praticantes do Método DeRose, da qual tenho orgulho em fazer parte.


SWÁSTHYA...